Wednesday, January 9, 2008

DGS vai pedir à ASAE que inspeccione prioritariamente estabelecimentos com dístico azul de fumadores

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) anunciou hoje que vai solicitar à ASAE que inicie, "prioritariamente", inspecções nos estabelecimentos de restauração e bebidas que tenham afixado o dístico azul de "fumadores".

"A Direcção-Geral da Saúde, para promover o cumprimento da Lei, irá solicitar à ASAE que desencadeie, prioritariamente, inspecções nos estabelecimentos de restauração e bebidas que tenham afixado o dístico azul", indica uma nota da DGS divulgada hoje.

MLS
Fonte: Lusa/Sapo
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Cumprir nova lei custa pelo menos 500 euros

A criação de espaços para fumadores ao abrigo da nova lei do tabaco custa, pelo menos, 500 euros e pode chegar a «custos elevadíssimos», segundo empresas do sector

Carlos Fonseca, da Medicontrol, precisou que poderão ser gastos valores abaixo dos 500 euros com dois ventiladores, um que introduz ar novo e outro que o retira, se forem colocados numa janela, mas «se calhar não se estará a cumprir a lei».

«De qualquer forma, a legislação tem de prever quais os métodos a utilizar, o número de renovações de ar por hora, critérios de avaliação ou características arquitectónicas necessárias», argumentou Carlos Fonseca, lembrando também os «grandes gastos energéticos» associados à climatização, ou seja ao arrefecimento ou aquecimento do ar introduzido nos espaços.

Para o especialista, é necessária uma separação física entre espaços para fumadores e não fumadores, que não deve deixar uma passagem maior do que o equivalente a uma porta grande, para possibilitar diferenças de pressão de ar.

«Onde há fumadores terá de haver uma pressão negativa (maior saída que entrada de ar), ao contrário por exemplo de um bloco operatório, em que tem que haver mais ar a entrar para que não haja contaminação quando se abrem portas», precisou a mesma fonte, referindo a necessidade de o sistema de ventilação incluir ainda bocas de extracção espalhadas pelo tecto.

Fonte: Lusa/SOL
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Associação de Bares da Zona Histórica do Porto quer demissão do Director-Geral de Saúde

A Associação de Bares da Zona Histórica do Porto defendeu hoje a demissão do Director-Geral de Saúde, Francisco Georges, que acusa de ter "recuado" quanto à permissão de fumar nos casinos.

"O Director-Geral de Saúde mostrou que não tem capacidade para antecipar os acontecimentos, nem sequer para ser coerente com ele próprio face à lei do tabaco, dado que, não só recuou, como induz em erro toda a sociedade", afirmou António Fonseca, presidente da associação.

Numa conferência de imprensa, realizada na zona da Ribeira, António Fonseca frisou que Francisco Georges "reconheceu os argumentos dos proprietários dos casinos", questionando, por isso, se o Director-Geral de Saúde "quer incutir o vício do jogo".

"Se é possível combinar a lei do tabaco com a lei do jogo, então também é possível combinar a lei do tabaco com a lei do consumo de álcool e de acesso aos estabelecimentos de diversão nocturna", defendeu António Fonseca.

FR
Fonte: Lusa/Sapo
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Bares e discotecas do Porto com quebras de 30 a 70 por cento no volume de negócios

Os bares e discotecas do Porto estão a registar quebras de 30 a 70 por cento no volume de negócio desde a entrada em vigor da nova legislação sobre consumo de tabaco, revelou hoje uma associação do sector.

"Nas casas de diversão nocturna mais conhecidas do público a quebra ronda os 30 por cento, mas sobe para 70 por cento nos estabelecimentos menos conhecidos", afirmou António Fonseca, presidente da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto.

Os dados referem-se à primeira semana da nova lei (entre 1 e 8 de Janeiro) e estabelecem uma comparação relativamente a igual período do ano passado.

FR
Fonte: Lusa/Sapo
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Tuesday, January 8, 2008

WHO Framework Convention on Tobacco Control (FCTC)

WHO Framework Convention on Tobacco Control (FCTC)
The WHO Framework Convention on Tobacco Control (WHO FCTC) is the first global health treaty negotiated under the auspices of the World Health Organization. This convention is an evidence-based treaty that reaffirms the right of all people to the highest standard of health. It represents a paradigm shift in developing a regulatory strategy to address addictive substances; in contrast to previous drug control treaties, the WHO FCTC asserts the importance of demand reduction strategies as well as supply reduction issues.

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Source: http://www.who.int/en/

Why is smoking an issue for non-smokers?

There are some 4000 known chemicals in tobacco smoke; more than 50 of them are known to cause cancer in humans. Tobacco smoke in enclosed spaces is breathed in by everyone, exposing smokers and non-smokers alike to its harmful effects.

According to the International Labour Organization, 200 000 workers die every year due to exposure to second-hand tobacco smoke at work. WHO estimates that around 700 million children, or almost half of the world's children, breathe air polluted by tobacco smoke.

Neither ventilation nor filtration, even in combination, can reduce tobacco smoke exposure indoors to levels that are considered acceptable. Only 100% smoke-free environments provide effective protection. Contrary to common belief, smoke-free environments are widely supported by both smokers and non-smokers.

Having a smoke-free environment often saves money for bars and restaurant owners, reducing their risks of fire and consequently their insurance costs. It often results in lower renovation, cleaning and maintenance costs too.

Article 8 of the WHO Framework Convention on Tobacco Control, recognizes that exposure to tobacco smoke causes death, disease and disability, and asks countries to adopt and implement legislation that provides protection from second-hand smoke.

Many countries around the world have already introduced laws to protect people from exposure to tobacco smoke in public places. Celebrations around the globe on World No Tobacco Day (31 May) encourage more people and more countries to go smoke-free.

Join the trend by claiming your right to public places that are 100% smoke-free inside.

Source: WHO (World Health Organization)

Discotecas: Petição para alterar Lei do Tabaco

Petição para alterar Lei com cerca de 2.000 assinaturas

O presidente da Associação de Discotecas Nacional disse hoje que já foram recolhidas "cerca de 2.000 assinaturas" para pedir alterações a Lei de Tabaco, sublinhando que a petição vai atingir as cinco mil até dia 20 deste mês.

"A adesão à recolha de assinaturas para pedir alterações na Lei de Tabaco nesta primeira semana pelas pessoas que vão as discotecas está a ser muito favorável", disse hoje à Lusa o presidente da Associação de Discotecas Nacional (ADN), Francisco Tadeu.

SK
Fonte: Lusa/Sapo
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